Daniel Moretti

Estilo e futuro garantidos! Em troca de boas notas, barbeiro promete cortes de cabelo gratuitos para garoto

De tempos em tempos, voltamos ao cabeleireiro com aquela esperança de tentar melhorar o que a natureza não ajudou. Pode funcionar, mas vai por mim, a chance é pequena.  Aos conformados e esperançosos, a busca pelo novo visual, normalmente, acaba naquela frase: “Ah até que ficou bom” (não sei por que, mas nunca passei por isso). E é isso. A satisfação (ou não) pela mudança de visual é o auge, o máximo que você pode ganhar numa ida ao barbeiro.

Mas agora tente dizer o mesmo para esse moleque de 9 anos. Num simples corte de cabelo, ele ganhou bem mais do que um novo estilo pra lançar o flerte na meninada da redondeza. Kamarian Fox vive na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e tem o famoso ‘tapa no visual’ assegurado pelo resto da vida dele. Não, ele não achou um cupom ou foi milésimo cliente do salão. Kam foi apenas gente boa.

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O jeito educado e cordial conquistou o cabeleireiro Mike Shelton, que acabou se tornando amigo do pequeno cliente. O ‘Tio Mike’, como é chamado por Kam, viu a chance de incentivar o garoto de alguma forma. Por isso, propôs: cortes de cabelo gratuitos para o resto da vida em troca de boas notas na escola. Fora isso, nada feito.

O garotinho, que já pensa na grana que irá guardar, levou a promessa a sério e se esforçou nas aulas. Meses depois, ele voltou ao salão e mostrou o boletim recheado de notas azuis a Mike.

“Ele disse, tô aqui para ganhar meu corte”, revelou o barbeiro.

No final das ‘contas’ (muito bem feitas na prova de matemática, por sinal), Kam conseguiu o novo visual sem gastar nada, e mais do que isso: ganhou também o incentivo de seguir estudando, nem que seja só para ter o prazer de economizar.

“Eu sabia que poderia ser mais do que um simples corte de cabelo. Você pode impactar a vida de alguém por 30 minutos e inspirá-lo a sair por essas portas e fazer algo bom. Ache, por exemplo, um jovem ou um garoto na sua comunidade e dê a ele incentivo para ir bem na escola”, declarou Mike Shelton.

Vi no Huffington Post.

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Crianças se surpreendem ao encontrar novo irmão embaixo da árvore de Natal

Suor e lágrimas de um pequeno torcedor

 

Felipe Paparella

Crianças se surpreendem ao encontrar novo irmão embaixo da árvore de Natal

O Natal nem chegou, mas a magia da comemoração já começou. Ih, até rimou. De novo, uou.

No sábado (5), a mãe Courtney Solstad compartilhou um vídeo em seu Facebook mostrando a reação de surpresa de suas três filhas ao ver, embaixo da árvore de Natal, o novo irmão.

A família de Texas, nos Estados Unidos, adotou o bebê Nathan e não contou nada para as filhas. “As meninas não sabiam de nada até esse dia. Nós as encontramos na porta, dissemos que fomos fazer as compras de Natal e que tínhamos um presente para dividir…que estava embaixo da árvore”, contou Solstad.

Foto: Facebook

Foto: Facebook

No vídeo, as três pequenas olham incrédulas e comemoram a chegada do novo irmãozinho. Uma delas se derrete em lágrimas, a outro pula de alegria e a terceira, mais ao fundo, comenta “acho que vou molhar as minhas calças”.

Em seu perfil da rede social, Solstad afirmou que a adoção de Nathan foi uma das “experiências mais mágicas de sua vida e da família”.

Vi no Huffington Post.

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Suor e lágrimas de um pequeno torcedor

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Felipe Paparella

Suor e lágrimas de um pequeno torcedor

“Amar é sofrer. Para evitar o sofrimento, é preciso não amar. Mas então se sofre por não amar. Logo, amar é sofrer, não amar é sofrer, sofrer é sofrer. Ser feliz é amar, ser feliz, então, é sofrer, mas sofrimento leva a infelicidade. Logo, para ser infeliz, é preciso amar, ou amar para sofrer, ou sofrer de tanta felicidade – espero que você esteja anotando isso” – Woody Allen, em “A Última Noite de Bóris Grushenko” (1975)

Nesta terça-feira (1), Woody Allen – um dos meus cineastas favoritos – completou 80 anos. No dia seguinte, o time do meu coração comemoraria não aniversário, mas o título da Copa do Brasil, na decisão contra o Santos. E, para mim, tanto artista quanto jogadores, nunca estiveram tão próximos.

Dono de frases marcantes e sacadas inesperadas, o diretor fala – na frase do começo deste texto – sobre o amor entre uma pessoa para com a outra e o sofrimento que isso costuma causar. Aquela paixão descomunal que faz arder o peito de apreensão. Nesta quarta-feira (2), o trecho do diálogo no início deste texto poderia fazer parte de uma partida de futebol.

Obrigado, pai!

Obrigado, pai!

Amar um time é sofrer por ele. E, convenhamos, palmeirenses vem sofrendo recentemente por culpa do seu amor. Francamente, todos torcedores de qualquer esporte sofrem na ânsia de ver o seu amado bem cuidado, aquecido sob um manto de glórias, cânticos de torcida e com vitórias a se comemorar.

O sofrimento causado pelo amor e que pode, consequentemente, levar a felicidade do vitorioso e a tristeza do derrotado – o que é sofrimento de novo e volta ao começo desta frase, com consentimento (para rolar uma rima biruta).

Na Allianz Arena, vi muito amor e crianças, de todas as idades. Crianças barbadas, de cabelo branco e também as que passavam pela primeira experiência de sofrer por amor. Teve choro de alegria no segundo gol do Dudu e de insegurança no de Ricardo Oliveira.

Durante o prolongamento do sofrimento em forma de cobrança dos pênaltis, um pequenino cobria o rosto, de apreensão. Era o mais puro sofrer de amor. O começo de um amor. Quando o título veio, o amor fez sofrer. As pessoas que estavam lá choravam, agiam como criança. Algumas até com imaturidade.

Para um ganhar, o outro tem que perder. Sobrou otimismo dos dois lados e todos sofremos juntos por amar demais. Nem que seja por futebol – a coisa mais importante das menos importantes.

Peço desculpas se escrevi muito a palavra amor ou sofrimento. É que foi muito dos dois para uma noite só. Não vejo a hora de continuar a sofrer assim.

Senta aqui, espera que eu não terminei

Pra onde é que você foi
Que eu não te vejo mais?
Não há ninguém capaz
De ser isso que você quer
Vencer a luta vã
E ser o campeão
Pois se é no “não” que se descobre de verdade
O que te sobra além das coisas casuais
Me diz se assim está em paz?
Achando que sofrer é amar demaisTá Bom – Los Hermanos

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Felipe Paparella

Mulher compra loja de brinquedos para doar para crianças no Natal

Foto: Carol Suchman

Foto: Carol Suchman

O Natal se aproxima e o Papai Noel já iniciou o processo de separar os presentes para as crianças que se comportaram ao longo do ano. Sabendo da complicada missão, uma norte-americana decidiu ajudar o bom velhinho.

A filantropa Carol Suchman comprou, no final do mês de novembro, todo o estoque de uma loja de brinquedos em Nova York e decidiu doar tudo para o Departamento de Serviços que oferece assistência à crianças em situação de rua da cidade. Ao saber que a loja Hudson Party seria fechada, ela quis fazer uma boa ação à comunidade local.

“Quando vi todos os brinquedos parados na loja, me ocorreu de que poderia ser um jeito de fazer algo para crianças que tem tão pouco e vivem em abrigos”, contou Suchman ao The Huffington Post.

Nos últimos cinco anos, a boa samaritana doou brinquedos – alguns, inclusive, comprados na Hudson Party – para crianças em lares adotivos. Ao notar que a loja fecharia, ela entrou em contato e começou a negociar. Após o acordo, entrou em contato com o departamento cabível e recebeu ajuda de voluntários para embalar presentes e preparar a distribuição para os abrigos que recebem os moradores em situação de rua.

As centenas de brinquedos – que incluem quebra-cabeças, bonecos de pelúcia, jogos de tabuleiro – serão distribuídos no Natal.

“Com certeza os brinquedos farão surgir muitos sorrisos e crianças felizes. Se a ação trouxer um pouco de alegria e fizer as crianças perceberem que existe alguém olhando por elas, então meu trabalho estará completo”, falou Carol Suchman em entrevista.

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Henrique Mathias

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Disabled Dog, Daisy Leaned How To Run In Prosthetic Legs

Daisy is now RUNNING! Both her ears and spirit are bouncing with joy.

Posted by Daisy Underbite on Quarta, 18 de novembro de 2015

Já diria um sábio: a gente só percebe a falta que alguma coisa faz em nossas vidas quando perdemos o direito dela. No caso da cadelinha é o inverso, mas também é válido.

Daisy nasceu com uma deformidade nas patas dianteiras e, por isso, nunca conseguiu correr. Mas com o auxílio de prótestes caninas, a pequena teve a tão desejada experiência, que foi gravada pelos donos Christian e Sheena Main.

Dá para acompanhar mais sobre as aventuras de Daisy na fan page dela.

Foto: reprodução/Facebook

Foto: reprodução/Facebook

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Daniel Moretti

Transformação galática: tatuador dá cara nova a andador de criança com doença rara

Antes de qualquer coisa, cabe a pergunta: qual é a real função de um artista?

Já pensou nisso? Pois é. Com certeza, a sua resposta pouco terá a ver com a minha ou da pessoa próxima a você. A arte pode carregar inúmeros objetivos – passando pela contestação social a cultura- e fica difícil definir um caminho em meio a tantos benefícios. Mas vale destacar o que mais tem a ver com esse blog: fazer alguém sorrir. Melhor ainda, fazer uma criança com algum tipo de deficiência sorrir :)

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E isso aconteceu nos Estados Unidos, em Iowa, depois que um tatuador foi chamado para dar uma cara melhor ao andador do pequeno Henri Kai Grabill, de apenas dois anos. O pequeno garoto sofre com uma rara doença que o deixa com os músculos enfraquecidos – em outras palavras, sem forças para andar e ter um desenvolvimento saudável.

Um andador é necessário, mas ele precisa ser tão sem graça assim como qualquer outro aparelho médico? Foi assim que pensou a mãe de Kai, Kourtney Knapp, e foi isso que a fez ligar para o artista Nathan Gerger. A ideia era simples: pintar a estampa do tênis favorito de Kai no pequeno andador.

“Eu queria que ele visse e ficasse empolgado de andar ao invés de se sentir numa tarefa diária”, revela a mãe.

Gerger foi ao trabalho e apresentou um resultado melhor do que o esperado. Um universo inteiro foi direto para o andador do garotinho, com direito a estrelas brilhantes e galáxias.

“Eu já pintei moldes antes e fiz pinturas de rosto, mas nunca um projeto como este. Com crianças parece que as pequenas coisas fazem diferença, então por que não?”, afirmou o artista.

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Vi no Huffington Post.

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